sexta-feira, 17 de março de 2017

Considerações iniciais

- A descarga elétrica atmosférica (raio) é um fenômeno da natureza absolutamente imprevisível e aleatório, tanto em relação às suas características elétricas (intensidade de corrente, tempo de duração etc), como em relação aos efeitos destruidores decorrentes de sua incidência sobre as edicações;

- Nada em termos práticos pode ser feito para se impedir a "queda" de uma descarga em determinada região e não existe "atração" a longas distâncias, sendo os sistemas prioritariamente receptores;
- A implantação e manutenção de sistemas de proteção (pára-raios) é normalizada internacionalmente pela IEC (International Eletrotecnical Comission) e em cada país por entidades próprias como a ABNT (Brasil), NFPA (Estados Unidos) e BSI (Inglaterra);
- Somente os projetos elaborados com base em disposições destas normas podem assegurar uma instalação dita eficiente e confiável. Entretanto, esta eficiência nunca atingirá os 100% estando, mesmo estas instalações, sujeitas a falhas de proteção. As mais comuns são a destruição de pequenos trechos do revestimento das fachadas de edifícios ou de quinas da edicação ou ainda de trechos de telhados.



 - Os sistemas implantados de acordo com a Norma, visam a proteção da estrutura das edicações contra as descargas que a atinjam de forma direta, tendo a NBR-5419 da ABNT como norma básica.
- É de fundamental importância que após a instalação haja uma manutenção periódica anual a fim de se garantir a confiabilidade do sistema. São também recomendadas vistorias preventivas após reformas que possam alterar o sistema e toda vez que a edicação for atingida por descarga direta.
 
Fonte: Termotécnica

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